domingo, 3 de julho de 2011

3º dia – Clamor pelas crianças que passam toda a vida em campos de concentração

Durante 4 anos, milhares de crianças judias sofreram as amarguras vividas nos campos de concentração na Europa e o mundo ficou estarrecido com isso. Mas, o que poucos se deram conta, é que fazem mais de 50 anos, que milhares de crianças estão vivendo as mesmas amarguras em campos de concentração na Coreia do Norte.

Lá, as crianças crescem em meio ao duro ensino diário de culto ao regime, torturas, escassez constante de alimento, sem conforto ou aquecimento.

Filhos de cristãos são condenados a passar o resto da vida nos campos. Muitos nascem e crescem na condição de escravos, sem saber que existe um mundo por detrás das cercas elétricas que fazem o limite dos campos.

Ore para que essas crianças sejam libertadas por Deus e que aprendam a crescer na presença Dele. Peça que Deus liberte a Coreia do Norte!

sábado, 2 de julho de 2011

2º dia - Jesus é a liberdade que a Coreia do Norte precisa

Nestes últimos dias, umas pixações feitas em um colégio, denegrindo o regime de Pyongyang, chamaram a atenção pela ousadia da denúncia e, principalmente, pelo fato de que a autoria deste ato (raríssimo na Coreia do Norte) ainda é uma incógnita.

É reconhecido que o povo norte-coreano vive sujeito a um rigoroso sistema que nega sua liberdade de expressão. Qualquer tentativa de manifestar seus pensamentos é duramente reprimida e a opressão, imposta pelo governo, é o único “direito” permitido a população.

Um exemplo disto está na triste realidade enfrentada por alguns moradores que vivem nas regiões afastadas da capital onde, propositadamente, não há fornecimento de energia elétrica, os quais são obrigados a viver sem conforto e em completa escuridão sem poder reclamar.

No entanto, nos dias de hoje, os norte-coreanos que antes viviam calados, tem demonstrado cada vez mais sinais de insatisfação. Com pequenas, mas freqüentes amostras desse descontentamento.

Ore para que o povo norte-coreano possa experimentar o direito de liberdade, encontrado em Deus.

Fonte: Daily NK

sexta-feira, 1 de julho de 2011

1º Dia – É o momento de Deus interferir na Coreia do Norte

Imagens secretas feitas recentemente por um observador japonês em visita a Coreia do Norte, confirmam o que já sabíamos: cidades limpas, mas cheias de órfãos e pessoas abatidas pela fome. No entanto, dessa vez, as filmagens revelaram algo novo. Os soldados bem uniformizados, mas bastante desnutridos!

De acordo com o observador, a crise econômica enfrentada atualmente é pior do que a ocorrida na década de 1990. Com o diferencial de que hoje, o povo norte-coreano tem demonstrado sinais de insatisfação e as nações “aliadas” (China e Rússia) vem cobrando um novo posicionamento de Pyongyang.

Esse diferencial é decorrente do clamor de pessoas do mundo todo em favor do povo norte-coreano.

Ore para que mudanças ainda maiores venham em resposta a interferência de Deus na Coreia do Norte.

Fonte: Religious Liberty Prayer Bulletins

terça-feira, 7 de junho de 2011

7º Dia – O campo norte-coreano está mais branco do que nunca

A cada mês se tem observado mais sinais de que a população norte-coreana tem ainda guardado sementes de esperança. A esperança de que haja uma saída para a terrível realidade vivida hoje. Duas canções populares que estão sendo cantadas em todo o país retratam em suas letras esse desejo.

Uma narra a força de uma mãe ao cuidar de sua família apesar da interminável fome, a outra, fala da garra em manter o otimismo em meio à diversidade.

Estas sementes de esperança demonstram que hoje a Coreia do Norte é um campo fértil para se plantar a Palavra de Deus.

Já existem algumas formas de semearmos esta Palavra e o maior suporte de que estas formas necessitam é a intercessão.

Ore para que Deus esteja abrindo e sustentando portas para semearmos a Sua Palavra no meio da população norte-coreana.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

6º Dia – Relato desesperador de uma parteira na prisão

A ex-detenta nº 24 estava com 66 anos quando seu marido, um ex-militar, seus cinco filhos e netos fugiram para a China devido à fome. Dois de seus filhos foram capturados logo na fronteira, ela nunca mais os viu, o resto da família viveu por três anos em território chinês. Seu marido acabou morrendo de causa natural, porém, ela e sua neta foram presas e repatriadas. Então, levadas a um campo de prisioneiros, foram espancadas e submetidas a trabalhos forçados numa plantação de arroz.

Devido a sua idade e fraca saúde, a ex-detenta nº 24, foi encaminhada para cuidar das presas grávidas do campo. Durante todo o período em que permaneceu nessa atividade, ela tentava cuidar para que cada parto ocorresse sem complicações, porém, sua experiência se tornou em pesadelo. Sempre era acompanhada de um guarda, após envolver cuidadosamente o bebê num cobertor, o guarda obrigava-a a colocar a criança em caixas que seriam posteriormente enterradas, ocasionalmente, era obrigada também a realizar abortos forçados. Algumas experiências forma marcantes para esta senhora. Houve um parto em que a detenta deu a luz a uma criança saudável, filho de um chinês. Assim que viu o bebê, o guarda o jogou numa caixa alegando que a Coreia do Norte não tinha condições de alimentar crianças que eram filhos de estrangeiros. Certa vez, ao verificar que havia duas crianças que ainda estavam vivas, mesmo depois de terem passado um dia inteiro sem alimento nas caixas, tentou cuidar delas, mas foi duramente repreendida pelo guarda que executou as crianças friamente.

Quando foi posta em liberdade, a ex-detenta nº 24 voltou para a China com a neta. Mas foi recapturada e novamente encaminhada a um campo de prisioneiros. Separada de sua neta, começou a cantar hinos cristãos que havia aprendido na China e a insultar o ditador Kim Jung Il. Os guardas consideraram que ela havia enlouquecido e, com pena daquela senhora, a ajudaram a voltar para a China juntamente com sua neta. Lá, elas foram recebidas por cristãos que as encaminharam para a Coreia do Sul, onde vivem atualmente.


Ore pela recuperação desta senhora, que ainda tenta se curar das terríveis experiências vividas no campo de prisioneiros.

Ore pelas inúmeras detentas grávidas que vivem hoje nesses campos, para que a graça e a misericórdia de Deus as alcance.

Ore para que as pessoas que cruzam a fronteira entre a Coréia e a China possam encontrar a salvação em Jesus para que possam ser libertadas como essa senhora.

Ore para que a verdade e a liberdade completa venham para a sofrida nação norte-coreana.

domingo, 5 de junho de 2011

5º Dia – Projetos de risco para a Coreia do Norte

Fazer qualquer coisa em prol da Coreia do Norte pode ser muito arriscado. Não apenas pela segurança de quem executa, geralmente estrangeiros que sentem o chamado para levar o apoio aos irmãos, mas também quanto aos próprios norte-coreanos que arriscam a sua vida e a de seus familiares. O cuidado em se expor é a maior preocupação de quem atua no país.

Recentemente, tem se percebido um aumento da igreja subterrânea na Coreia do Norte, e isso tem trazido um alerta para entidades que dão suporte a essa igreja e uma necessidade para ampliar suas atividades. Novos projetos estão sendo desenvolvidos, que requerem muita coragem e envolvimento de diversas pessoas e recursos.

Ore por esses projetos de risco, pela proteção dos cooperadores e dos contatos locais, para que os recursos sejam conseguidos e para que sejam cumpridos os seus propósitos.

sábado, 4 de junho de 2011

4º Dia – Desertores que encontram a salvação

Essa é uma história que tem se tornado comum. Uma mulher norte-coreana decidiu fugir clandestinamente para a China a fim de poder encontrar alimento e retornar para seu lar, trazendo um pouco de alívio para a angustiante situação em que vivia. Logo ao chegar a uma das cidades chinesas que ficam próximas a fronteira com a Coreia do Norte, foi acolhida em uma casa para refugiados.

Lá, ela recebeu estadia, alimento e todo o apoio necessário para suportar o período que ficaria em terra estrangeira. Tudo era feito sem querer nada em troca. Mas, um dia ela percebe o motivo: eles eram cristãos. A primeira reação é de repulsa, pois sempre aprendeu que os cristãos são gente “subversiva”. Lhe ofereceram uma Bíblia, que ela se nega a ler, porque tinha sido ensinada que este livro é proibido. No seu país, todo aquele que possuía este livro, era executado.

Apesar disso, ela permaneceu no abrigo. Passava todo o período vago em frente da televisão, sempre deprimida. Então, pode perceber, pelos programas que assistia, a realidade da Coreia do Sul e pelo testemunho que aqueles cristãos demonstravam, que tudo o que haviam ensinado em sua terra era mentira. Então, em meio aos louvores que aprendera recentemente, aceitou a Jesus como Senhor e Salvador de sua vida, começou a ler a Bíblia que havia ganho e a se edificar.

Entretanto, seu período de permanência na China havia acabado e ela precisava voltar para a Coreia do Norte. Como sabia que se levasse a Bíblia, colocaria em risco os seus familiares que não eram cristãos, decidiu deixá-la na casa-abrigo para um outro refugiado. Antes, decorou todo o livro de Romanos, para que pudesse lhe servir de edificação pelo resto da vida em sua pátria.
Nunca mais os cristãos daquele abrigo ouviram falar dela, nem ao menos puderam encontra-la na Coreia do Norte. O único consolo, era a esperança de um dia poder vê-la novamente quando estiverem juntos diante do Cordeiro.


Ore pelos norte-coreanos que passam um período na China, geralmente abrigados em casas de abrigo missionário, e, que acabam tendo que voltar para o lar sendo proibidos de acreditar em Jesus. Também, peça ao Senhor pela liberdade definitiva da Coreia do Norte.