sábado, 4 de dezembro de 2010

4º Dia – Campanhas de lealdade nas Universidades são um perigo para cristãos

Desde o mês passado têm ocorrido “campanhas de lealdade” nas universidades da Coréia do Norte.

O objetivo dessas campanhas é convocar os estudantes para servirem como voluntários para as forças armadas.

Em um momento em que o governo norte-coreano está propagando a falsa idéia de que os EUA, com a ajuda dos sul-coreanos, estariam planejando um possível ataque, também fica evidente por parte do governo do norte a intenção de combate e busca de apoio dos jovens universitários ao desacreditado futuro lider. Entretanto, há a promessa de empregos garantidos após a conclusão universitária em algum ministério do governo.

Para os cristãos esta situação é muito perigosa, já que as “campanhas de lealdade” são feitas com a declaração pública de adoração à imagem do fundador do estado norte-coreano, Kim Il Sung, seu filho Kim Jong Il e seu neto e futuro sucessor, Kim Jong Eun.

Ore pelos estudantes cristãos, para que Deus dê sabedoria e perseverança.

Fonte:
Im Joeng Jin – Daily NK

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

3º dia – Nossas armas são as orações

Em sua declaração de posse hoje, o novo ministro de defesa da Coréia do Sul, Kim Kwan Jin, disse que se o norte voltar a atacar será respondido com um bombardeio imediato. “É óbvio que a liderança da Coréia do Norte é o nosso principal inimigo”, afirmou o ministro. Mesmo tendo feito esta declaração, de acordo com o ministro de defesa, dificilmente as Coréias se enfrentariam numa guerra, seriam apenas ataques localizados. Já que a Coréia do Norte não possui mais aliados militares, apenas a China declarou oferecer um apoio “tolerante”, mas não bélico. Enquanto a Coréia do Sul possui o apoio dos EUA que já movimentou seu porta-aviões para a região.

O que mais pode preocupar o mundo é o arsenal nuclear norte-coreano que possui cerca de 7 mil ogivas nucleares ativas, prontas para serem usadas. Sabemos que os alvos prováveis seriam principalmente a costa oeste norte-americana, o Japão e até Jerusalém. Já que a Coréia do Norte também não reconhece o estado de Israel e apóia seus inimigos.

Também é preocupante a incoerência do governo norte-coreano que tenta achar formas para construir uma imagem forte para o novo líder Kim Jong Eun. Pois, de acordo com a mídia japonesa, o próprio ataque de 23 de novembro teria sido anunciado, internamente, um mês antes.

Ore pela Igreja norte-coreana para que Deus a proteja mesmo em meio a toda esta diversidade.

Ore por Jerusalém que pode se tornar um alvo apenas por pretexto e pelos outros países alvos.

Fonte: Daily NK e Reuters

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

2º Dia – Ore pela população norte-coreana

Como as relações entre as Coréias já estavam ruins, o governo do sul optou por usar como primeira resposta ao ataque de 23 de novembro, a suspensão do envio de mantimentos à Cruz Vermelha norte-coreana. A conseqüência desse ato será sentida apenas pela população, pois, o governo tem suas reservas garantidas pelo mercado negro. A carência de recursos e sustento está alarmante, mas, a intenção desse tipo de boicote é levar a população a exigir seus direitos.

Desde o início deste ano a Coréia do Sul tem retomado o que chamam de “guerra psicológica”, transmitindo via rádio, web e tv, mensagens denunciando as atrocidades do governo norte-coreano.

Ore pela população da Coréia do Norte que sente na pele todas essas retaliações.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

1º dia - Rumores de Guerra

Às 14:34, no dia 23 de novembro passado, vários disparos vindos da Coréia do Norte atingiram a ilha de Yonpyeong que pertence a Coréia do Sul. O alvo seria a base militar da ilha, mas o ataque também atingiu algumas casas de civis, totalizando dois militares mortos, três em estado grave e mais de dez feridos, entre militares e civis. Foram onze minutos de medo para os sul-coreanos que condenaram duramente o ataque. O governo de Pyongyang afirmou ter apenas respondido a disparos vindos do sul, o que não foi comprovado. A situação provocou uma onda de protestos contra a Coréia do Norte e fez despertar o maior alerta de guerra eminente desde a assinatura do armistício de 1953.


Ore para que a guerra não aconteça, pois traria mortes e destruição. Peça a Deus que a paz seja totalmente estabelecida.

Fonte:: Daily NK

domingo, 7 de novembro de 2010

7º dia – Clamor pela Unificação Coreana

Devido as recentes crises ambientais e econômicas na Coréia do Norte, o caminho para a unificação tem se intensificado. Tanto o norte quanto o sul mantém o ideal de que não são dois países que formam a península de Han, mas uma só nação dividida por dois sistemas de governo. A população também alimenta a esperança de um dia ver uma única nação coreana e novamente reunidas às famílias, separadas apenas pelo Paralelo 38 – o nome do círculo também é usado para designar o armistício que pôs fim à guerra em 1953.

Ore pela unificação das Coréias, para que pelo poder de Deus as barreiras existentes caiam por terra.


Bandeira utilizada quando as duas Coreias participam juntas em eventos desportivos.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

5º dia – Infanticídios na Coréia do Norte

A Coréia do Norte é um dos países líderes na lista de regimes que comentem crimes contra a humanidade. Há 8 anos lidera em absoluto isolamento a lista de países que mais persegue o cristianismo.

Outra lista infame coloca a Coréia do Norte entre as primeiras colocações, trata-se da lista de países que mais comete infanticídio. Ex-detentos de campos de concentração têm denunciado ao mundo a brutalidade que enfrentaram nas prisões norte-coreanas, onde é comum as mulheres sofrerem abortos forçados, além, das execuções de crianças. Levando ainda em consideração que os prisioneiros cristãos recebem as piores condenações.

Ore pela vida de mulheres norte-coreanas e seus filhos.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

4º dia – Tempo de colheita para poucos

A colheita de arroz e milho começou em setembro na Coréia do Norte. O que poderia ser uma ótima noticia, se torna em tristeza para a população em geral. Por puro desespero, pela falta de comida, é comum nesta época haver ladrões na colheita. As fazendas cooperativas (que são estatais) possuem guardas que protegem as plantações, além de fiscalizarem a distribuição do alimento.

O que ocorre na prática é uma guerra anual entre os ladrões de colheita e a guarda, que gera muitas prisões e outras punições. Por controlarem todo o fluxo dos produtos agrícolas do país, esses guardas impõem presos abusivos e quantidades limitadas para os fornecedores, deixando a população desprovida, aumentando a situação de miséria no país.

Ore pela misericórdia de Deus e o fim da corrupção na distribuição de alimentos.

Fonte:
Yoo Hee Gwan – Daily NK